Nessas aulas foram abordados aspectos relevantes acerca dos conceitos atribuídos aos atos de fala (ato locutório, ato ilocutório e ato perlocutório) e as ações dos verbos introdutores de opinião nesses atos e no meio jornalístico. Foi também desenvolvida uma explanação sobre as mudanças na ortografia da língua portuguesa, vigentes no ano de 2009 e, ao término da aula do dia 26/05, foi solicitado aos alunos uma análise, sob forma de exposição para turma, da experiência de correção das dissertações sobre qual deveria ser o papel da mídia na sociedade.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
terça-feira, 19 de maio de 2009
Qual é o papel da mídia na sociedade?
Escândalos, catástrofes, guerras: essa é a realidade sensacionalista encontrada nos meios de comunicação. Contemporaneamente, a mídia abusa do sensacionalismo para obter audiência e, diante dessa situação, questiona-se: qual é, de fato, o papel da mídia na sociedade contemporânea?
Desde o início dos anos 70, quando intensificaram-se as transmissões de rádio e de televisão para todo o Planeta e o jornal impresso obteve um crescimento significativo no número de tiragens, até o início deste século, os meios de comunicação de massa dominam e influenciam o modo de comportamento, de se vestir e de agir da população. Seja por meio de novelas que retratam a “realidade” das pessoas a as influenciam, seja por meio de notícias sensacionalistas que muitas vezes banalizam casos de violência extrema na sociedade, a mídia molda o comportamento dos indivíduos e manipula a opinião deles através de informações repletas de parcialidade. Dessa forma, os meios de comunicação, sobretudo a televisão, determinam o que a sociedade deve presenciar, indo, assim, de encontro à proposta de imparcialidade tão pregada pela ética midiática.
Em face dessa situação, a mídia é retratada na contemporaneidade como o “Quarto Poder”, já que exerce tamanha influência sobre o comportamento das pessoas. Sob esse prisma, vê-se necessário o desenvolvimento tanto do senso crítico na população a fim de que haja uma seleção do que aparecerá na mídia, quanto da maior imparcialidade dos meios de comunicação. Ademais, ao transmitir informações com o máximo de neutralidade, a mídia contribui para que cada cidadão de fato tenha a sua própia formação de opinião, não mais se deixando manipular pelo que é dito na mídia. Desse modo, diminuiriam-se o sensacionalismo midiático e os meios de comunicação ratificariam a sua função na sociedade: a de informar às pessoas de forma o mais imparcial possível.
Enfim, a verdadeira função da mídia é a de transmitir informações à população com a maior neutralidade possível. Entretanto, o que se percebe na sociedade contemporânea é a manipulação e o sensacionalismo da mídia sobre as informações, que muitas vezes são banalizadas e distorcem dos fatos realmente ocorridos. Portanto, a mídia deve exercer com mais intensidade a imparcialidade a fim de que as pessoas formem as suas própias opiniões e não sejam mais manipuladas pelos meios de comunicação de massa.
Desde o início dos anos 70, quando intensificaram-se as transmissões de rádio e de televisão para todo o Planeta e o jornal impresso obteve um crescimento significativo no número de tiragens, até o início deste século, os meios de comunicação de massa dominam e influenciam o modo de comportamento, de se vestir e de agir da população. Seja por meio de novelas que retratam a “realidade” das pessoas a as influenciam, seja por meio de notícias sensacionalistas que muitas vezes banalizam casos de violência extrema na sociedade, a mídia molda o comportamento dos indivíduos e manipula a opinião deles através de informações repletas de parcialidade. Dessa forma, os meios de comunicação, sobretudo a televisão, determinam o que a sociedade deve presenciar, indo, assim, de encontro à proposta de imparcialidade tão pregada pela ética midiática.
Em face dessa situação, a mídia é retratada na contemporaneidade como o “Quarto Poder”, já que exerce tamanha influência sobre o comportamento das pessoas. Sob esse prisma, vê-se necessário o desenvolvimento tanto do senso crítico na população a fim de que haja uma seleção do que aparecerá na mídia, quanto da maior imparcialidade dos meios de comunicação. Ademais, ao transmitir informações com o máximo de neutralidade, a mídia contribui para que cada cidadão de fato tenha a sua própia formação de opinião, não mais se deixando manipular pelo que é dito na mídia. Desse modo, diminuiriam-se o sensacionalismo midiático e os meios de comunicação ratificariam a sua função na sociedade: a de informar às pessoas de forma o mais imparcial possível.
Enfim, a verdadeira função da mídia é a de transmitir informações à população com a maior neutralidade possível. Entretanto, o que se percebe na sociedade contemporânea é a manipulação e o sensacionalismo da mídia sobre as informações, que muitas vezes são banalizadas e distorcem dos fatos realmente ocorridos. Portanto, a mídia deve exercer com mais intensidade a imparcialidade a fim de que as pessoas formem as suas própias opiniões e não sejam mais manipuladas pelos meios de comunicação de massa.
Resumo do capítulo "As ações dos verbos introdutores de opinião"
Esse capítulo aborda aspectos relevantes acerca da ação e das funções dos verbos introdutores de opinião no âmbito dos discursos (de poder e populares) retratados no jornalismo e a análise da ação das formas de relatar opiniões nesse meio. Assim, o autor parte da premissa que, ao se reproduzirem as opiniões de alguém utilizando-se esses verbos, procedem-se construções sintáticas e seleção de termos que distorcem do original. Sob essa ótica, o autor descreve as formas de relatar opiniões (mediante um verbo- um verbo antecipa e introduz uma opinião relatada; mediante uma nominalização- nominalização de verbos; mediante construções adverbiais- introduz um discurso parafraseado e mediante dois pontos ou inserção aspeada no texto- presente em manchetes e notícias) e ressalta que a semântica dos verbos introdutores não pode ser feita à margem dos contextos de enunciação e fora das condições de produção do discurso como tal. Dessa forma,é demonstrado nesse capítulo a força da ação dos verbos introdutores de opinião e, baseado nisso, o autor relata que é praticamente impossível informar com neutralidade. Portanto, o autor faz uma análise de como a parcialidade se dá na introdução do discurso alheio, seja como interpretação, seleção ou avaliação.
Palvras-chave: Verbo, Opinião, Discurso, Interpretação.
Resumo das aulas dos dias 12/05/09 e 19/05/09
Nessas aulas deu-se continuação às apresentações acerca do livro "A miséria do jornalismo brasileiro" de Juremir Machado da Silva e também iniciaram-se as explicações acerca dos conceitos dos implícitos linguísticos(subentendido, pressuposto e implicatura). Também nessas aulas foi desenvolvida uma atividade escrita para que se discutisse sobre a leitura do capítulo "As ações dos verbos introdutores de opinião" extraído do livro de Luiz Antônio Marcuschi, "Fenômenos da linguagem: reflexões semânticas e discursivas".
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Resumo das aulas dos dias 05/05/09 e 07/05/09
Nessas aulas foram abordados aspectos principais do conceito de Ethos, que é a imagem a ser passada ao interlocutor,ou seja, é o fenômeno que revela através da enunciação a personalidade e caráter do enunciador para causar boa impressão, os movimentos corporais, os tons do discurso e as marcas visíveis como roupas e adornos, sobretudo no âmbito da comunicação. Nessas aulas também foram iniciadas as apresentações acerca do livro "A miséria do jornalismo brasileiro" de Juremir Machado da Silva, no qual são retratados em 40 artigos os bastidores da mídia brasileira dentre outros aspectos.
Assinar:
Postagens (Atom)
